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Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Não lamentes, ó Nize, o teu estado; Puta tem sido muita gente boa; Putissimas fidalgas tem Lisboa, Milhões de vezes putas teem reinado: Dido foi puta, e puta d'um soldado; Cleopatra por puta alcança a c'roa; Tu, Lucrecia, com toda a tua proa, O teu conno não passa por honrado: Essa da Russia imperatriz famosa, Que inda ha pouco morreu (diz a Gazeta) Entre mil porras expirou vaidosa: Todas no mundo dão a sua greta: Não fiques pois, ó Nize, duvidosa Que isso de virgo e honra é (...)
27 Fev, 2018

27.11.3

Falaria de amor. Diria: o que se opõe ao amor se afeiçoa à morte.    Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)
05 Fev, 2018

um tango por dia

O afecto (...) pede sempre notícias.     Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)      
03 Fev, 2018

mundo é nós

Eram francamente opostos. Antagonizavam-se com honestidade e reconheciam isso no modo como se observavam de soslaio.      Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)         Nós Somos o Mundo Dizem que o mundo está acabando Não está acabando, não, a gente só peca se quiser A gente é que está destruindo o mundo Mas se nos unirmos, também podemos construí-lo Minha gente, do jeito que o mundo está hoje em dia Não pensem que a (...)
01 Fev, 2018

uma vez mais

o fracasso é a origem do sucesso   Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)        Let's start over again Why can't we start it over again Just let us start it over again And we'll be good This time we'll get it, get it right It's our last chance to forgive ourselves    
31 Jan, 2018

única perenidade

A natureza é, de todo o modo, o único futuro viável, a única perenidade.      Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)              
23 Jan, 2018

aguardando

Mas aguardava que a arte lhe explicasse o porquê da sensação de transcendência.    Valter Hugo Mãe – Homens imprudentemente poéticos Porto Editora (2016)