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Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

«Meu amo manda-me para vos proteger. Eu vos protegerei», lê dom António essa primeira declaração solene do general Junot. Sorri, irónico, pensando que a protecção de quem manda conta sempre mais com a acomodação dos protegidos que com a certeza de poder protegê-los.    Álvaro Guerra – Razões de Coração (1991) Coleção Mil Folhas PÚBLICO (2002)        
    António Mário Lopes Pereira Viegas (Santarém, 10 de novembro de 1948 — Lisboa, 1 de abril de 1996)     Desiludido e revoltado decide encetar a carreira mais fácil, menos efémera e com reforma assegurada: PRESIDENTE DA REPÚBLICA de Portugal, Açores, Madeira, Macau e Timor-Leste. As Sondagens dão-lhe 93,4% de intenção de voto. Não sabe o que quer para o País, mas o País sabe o que quer dele! Não quer ser o Presidente de todos os Portugueses! Tem como Lemas da (...)
método de ensino da música criado pelo compositor e pedagogo húngaro Zoltán Kodály (1882-1967), o responsável por todas as crianças húngaras aprenderem música na escola desde o infantário até ao fim do liceu (antes da entrada do país na União Europeia em 2004, as aulas de música eram diárias em mais de uma centena de escolas). E fazem-no ainda hoje através do canto do cancioneiro de música erudita e música tradicional do seu país. Essa que Kodály recolheu com o seu (...)
"(...) porque ele se tinha recusado nas suas instâncias senis a tomar qualquer determinação sobre o destino da pátria depois dele (...) e, no entanto, era tão lúcido e teimoso que não tínhamos conseguido nada dele (...) pois dizia que pensarmos no mundo depois de nós próprios era uma coisa tão nefasta como a própria morte que catano, se ao fim e ao cabo, quando eu morrer, hão-de voltar os políticos para repartir esta merda como no tempo dos godos, vocês vão ver, dizia, (...)