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Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

27 Nov, 2019

memória diamante

Um diamante no teu coração, será essa a sua memória. Para te dar coragem sempre que necessites.    Wray Delaney - Memórias de Uma Cortesã  (2016) Quinta Essência, Oficina do Livro (2017)    
02 Nov, 2019

epifania

a morte é isto: abundância     Paulo da Costa Domingos in CAMPO DE TÍLIAS     Paulo da Costa Domingos – Carmina (1971-1994) Antígona (1995)       The Last Judgement (1533 - 1541) Michelangelo Buonarroti    
a certeza trágica  ... do index irremissível ... do fórcipe irremediável ... do curativo inútil ... da solicitude cínica ... da surpresa mórbida    Paulo da Costa Domingos in  POÇO DA MORTE     Paulo da Costa Domingos – Carmina (1971-1994) Antígona (1995)     A Arte de Viver (1967) René Magritte  
Em Portugal, segundo informações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa média de suicídios está acima da média global, nomeadamente 13,7 por cem mil habitantes, face a uma taxa mundial de 10,7. Ainda segundo a OMS, suicidam-se diariamente em todo o mundo cerca de 3000 pessoas, uma a cada 40 segundos. E por cada pessoa que se suicida, 20 ou mais cometem tentativas de suicídio. O número anual de suicídios representa cerca de metade de todas as mortes violentas registadas (...)
«La sort natural d'un homme n'est ni d'être enchaîné, ni d'être égorgé; mais tous les hommes sont faits, comme les animaux et les plantes, pour vivre certain temps, pour produire leur semblables, et pour mourir. - Voltaire»* * A sorte natural dum homem não é a de ser agrilhoado, nem a de ser degolado; mas todos os homens são feitos, como os animais e as plantas, para viverem um certo tempo, para produzirem os seus semelhantes e para morrerem» (Voltaire, Lettres Philosophiques)    
28 Ago, 2019

vividamente

irei eu rir quando se descobrir que a morte é pertença deste lado exausta do milagre e do                                                                                                           [ sonho.     Paulo da Costa Domingos in ARA     Paulo da Costa Domingos – Carmina (1971-1994) Antígona (1995)      
22 Jul, 2019

pedro(a)s

Conheci a maturidade infantil das crianças, mas também não é isso  (...) fartei-me de tentativas.   Desejo antes a ferida sólida que não sara, o enigma, essa coisa que se transporta inteira pelo Universo como o irreprimível grito do sangue no vento avisando o futuro de que não ficámos ilesos à espessa rede do Amor  (...) Aperta-me esse mitigado anel tão alto (...) porque a angústia, doce angor, e a esperança informam o meu sangue do regresso da tua ausência.   (...)
26 Jun, 2019

glórias alheias

Os soldados de Mafra estão já no limite daquilo que os generais esperam deles, porque são o povo. E todos os povos regressados à condição de rebanho se cansam de morrer em seu próprio nome, quanto mais por uma glória que os deixa no anonimato. Nas pequenas misérias do dia-a-dia, num pequeno burgo dos confins da Península, os libertadores vão descobrindo o seu cansaço e amolecendo numa missão que se esfuma na sua condição de estrangeiros, condição que os povos (...)
25 Jun, 2019

prophecy

Skin head, dead head Everybody gone bad Situation, aggravation Everybody allegation In the suite, on the news Everybody dog food Bang bang, shot dead Everybody's gone mad All I want to say is that They don't really care about us All I want to say is that They don't really care about us Beat me, hate me You can never break me Will me, thrill me You can never kill me Sue me, Sue me Everybody do me Kick me, kick me Don't you black or white me All I want to say is that They don't really care (...)