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Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

01 Out, 2019

fala-se

No princípio de janeiro de 1956, vivia-se um dos invernos mais rigorosos de que há memória e quando António Joaquim Rodrigues Ribeiro chegou a Lisboa, a cidade estava debaixo de um temporal. A vaga de frio que submergia toda a Europa, chegara a Portugal com o seu cortejo de aguaceiros, temporais, trovoadas e cheias e enxurradas violentas que fustigaram campos, aldeias, vilas e cidades. As inundações catastróficas, no Porto e em Lisboa, ilustram bem o ímpeto das tempestades, que (...)
26 Abr, 2017

ao porto

Ao Porto   Ó meu severo berço de granito! (Este lembrar-te é um luar do fim?) Vi os fiordes - não valem o teu rio!  O melhor da tua força manda em mim.    A tua fala é um gume leal.  Avulso, o teu saber independente,  amigo ou inimigo - uma só fé!  Quando a névoa te cobre - um rosto ausente.    António de Sousa, in Linha de Terra - 1898        Germano Silva e Lucília Monteiro – Porto, a Revolta dos Taberneiros e Outras Histórias (2004) Editorial Notícias (maio 2004) (...)