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Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Edouard Manet (1832-1883) La plage à marée basse     Estamos nus e gramamos. (...) As paisagens continuam a existir. As paisagens são suaves. Continuam também a existir outras coisas que dão matéria para poemas. A vida continua.  Felizmente que há ódios, comichões, vaidades. A estupidez, esta crassa crença intratável, esta confiança indestrutível    em si mesmo, é o que felizmente dá uma densidade, uma plenitude a isto. Num mundo descoroçoante de puras imagens é bom (...)
1 Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: 2 Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, 3 tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, 4 tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, 5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, 6 tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de (...)