Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

Nariz de cera

anotações e apontamentos que dizem tudo - de, por e para mim - por si mesmos.

11 Mar, 2020

falar demais

falam demais as pessoas, dá-lhes medo o vazio    António Lobo Antunes – A Última Porta Antes da Noite (2018) Publicações Dom Quixote (2018)      
14 Nov, 2019

mulher(ão) II

Ao contrário do duque, não tinha qualquer vontade de que me sentasse em silêncio junto dele - longe disso. Adorava inteligência e conversa.    Wray Delaney - Memórias de Uma Cortesã  (2016) Quinta Essência, Oficina do Livro (2017)     Deux mères (1888) Maxime Faivre    
14 Nov, 2019

mulher(ão) I

Um pouco de conversa talvez tivesse sido o bastante para despertar em mim algum carinho por ele, mas não havia conversas. Uma vez disse-me que era melhor para um homem estar no meio do mato do que com uma mulher com opiniões (...) Considerava que um homem era mais admirado quando tinha uma mulher bonita ao seu lado, e deliciava-se com os olhares invejosos dos amigos quando estávamos juntos.    Wray Delaney - Memórias de Uma Cortesã  (2016) Quinta Essência, Oficina do Livro (2017)     (...)
10 Nov, 2019

flot futile

Tornou-se evidente que muito poucas pessoas da sociedade compreendiam realmente o que diziam, enquanto nós conseguíamos conversar sem sermos entendidos por elas.  O comentário preferido de Sua Senhoria era: Nous nageons dans un flot futile (1)   (1) « Nadamos numa torrente de futilidade » (N.do T.)   Wray Delaney - Memórias de Uma Cortesã  (2016) Quinta Essência, Oficina do Livro (2017)     Chez Mouquin (1905) William James Glackens    
ir aos planos superiores roubar um pouco de conhecimento (...) desatar os laços dos atacadores da identidade  (...) ver abrir as torneiras do gás da desistência (ou da sabedoria) quem?     Paulo da Costa Domingos in cabra-cega     Paulo da Costa Domingos – Carmina (1971-1994) Antígona (1995)     Parle à ta tête Je veux qu'on m'écoute, oui, je veux qu'on m'comprenne Je veux aimer, savoir pourquoi j'suis là, dis-moi pourquoi j'suis là Et je marche (...)
De manhã, vai até ao Convento, confessar-se a Frei Martinho. É que nunca passou por tantos perigos e nunca os pecados lhe correram tão bem, de modo que há que desabafar e dar graças a Deus.    Álvaro Guerra – Razões de Coração (1991) Coleção Mil Folhas PÚBLICO (2002)